Conheça as principais futuras tendências da Internet das Coisas


Sendo uma rede de objetos e materiais que possuem tecnologia, a Internet das Coisas é um ponto crucial na evolução tecnológica. E neste mês, o Gartner Group, uma das maiores empresas de consultoria, anunciou o estudo das principais tendências da Internet das Coisas até 2023. Essas tendências, no caso, serão as responsáveis pelas principais inovações nos negócios digitais.

De acordo com Nick Jones, vice-presidente de pesquisa da empresa, a Internet das Coisas vai continuar oferecendo novas oportunidades de inovação. Além do fato de executivos que dominarem essas futuras tendências terão a oportunidade de liderar a inovação digital nos negócios. As empresas devem trabalhar para garantir que tenham habilidades. E os parceiros necessários no apoio das tendências.

De acordo com a empresa, os líderes de TI serão responsáveis por três vezes mais endpoints em 2023. Isso comparado ao número de dispositivos atuais. Então, a empresa anunciou as dez principais tendências da Internet das Coisas nos próximos cinco anos.

Confira cinco delas, que vão permitir a geração de novos fluxos. E novos modelos de negócios.

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Inteligência Artificial

Segundo a empresa, 14,2 bilhões de equipamentos conectados serão usados no próximo ano. Até 2021, esse número vai crescer para 25 bilhões. Aumentando cada vez mais o volume de informações.

Para Jones, os dados são o principal combustível da Internet das Coisas. Além da capacidade das organizações de criarem valor a partir dessas informações. Isso vai ser fundamental para definir o sucesso das empresas ao longo do tempo.

A tecnologia será aplicada para uma ampla gama de informações. Estando presente em vídeos, imagens estáticas, atividade de tráfego de rede e dados de sensores, por exemplo. Para Jones, o cenário da Inteligência Artificial é complexo. E vai continuar assim até 2023.

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Mesmo com a existência da complexidade, bons resultados ainda poderão ser obtidos.

Internet das Coisas mais social, legal e ética

Quanto mais há o amadurecimento da Internet das Coisas, mais questões sociais, legais e éticas serão discutidas com importância. A discussão inclui a propriedade dos dados e suas deduções, por exemplo.

Para Jones, a implantação de uma solução à Internet das Coisas exige que ela não seja só eficaz de forma técnica. Mas também social.

CIOs, então, devem educar não só aos seus funcionários, mas também a si mesmos. É preciso revisar algoritmos-chave e sistemas de inteligência artificial para identificar algum possível viés.

Governar a Internet das Coisas

Com sua expansão, será preciso uma estrutura capaz de governar seu comportamento de criação. Não só isso, mas também de armazenamento, uso e exclusão de informações de projetos. Essa governança vai de tarefas simples até problemas complexos.

Neste caso, CIOs vão precisar assumir um papel de também educar organizações sobre a importância desse governo. E até investir em profissionais e tecnologias para ajudar na gestão de TI.

Novas tecnologias sem fio

Hoje, toda a rede de Internet das Coisas envolve o balanceamento de um conjunto de requisitos que se disputam. Como o custo de ponto final, consumo de energia, largura da banda, latência, densidade de conexão, entre outros.

Na nossa realidade, nenhuma tecnologia de rede é capaz de otimizar isso tudo de forma única. Contudo, as novas tendências da Internet das Coisas no quesito de tecnologia de rede, vão fornecer mais opções e flexibilidade aos CIOs.

Hardware e Software confiáveis

Segundo as pesquisas do Gartner, a segurança é a área de maior preocupação técnica. Isso porque, geralmente, as empresas não tem controle sobre a origem dos programas e equipamentos utilizados nas tendências da Internet das Coisas.

Mas, para Jones, é esperado até 2023 uma implantação de combinações de hardware e software. O objetivo é que, juntos, criem ambientes mais confiáveis e seguros na Internet das Coisa.

De acordo com Jones, a empresa aconselha que CIOs colaboram com os principais executivos de segurança digital para garantir que haja uma participação de todo o time nas decisões que envolvam a compra de dispositivos de Internet das Coisas. E sistemas operacionais mais incorporados.

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