Por que esse é o melhor momento para influenciadores digitais brasileiros?


Não é segredo nenhum que o Brasil está passando por uma de suas maiores crises financeiras. Por isso, o número de desempregados é cada vez mais elevado.

Levando isso em consideração, já seria motivo de dizer que esse pode ser o melhor momento para fazer parte do mundo dos influenciadores digitais brasileiros. Mas não é só isso. 

Então, por que este é o melhor momento para influenciadores digitais brasileiros?

Por mais que o mercado digital seja um sucesso, ele ainda é jovem. Por isso, está bem aberto para novos talentos. Obviamente, é muito difícil chegar ao patamar de um influenciador como o Felipe Neto ou o Whindersson Nunes. Entretanto, é bom que você saiba que muitas marcas preferem trabalhar com os micro

Ou seja, não se sintam intimidados com relação à quantidade de seguidores. Você não precisa ter milhões para conseguir campanhas. Aliás, pode ser que ter menos seguidores te ajude, desde que você tenha uma coisa chamada engajamento

Para que as empresas comecem a te notar não basta que você tenha um número elevado de seguidores. Você também precisa que as pessoas comentem seus posts, curtam seu conteúdo. O que é preciso ser observado é que o mundo está passando por uma espécie de revolução do marketing. E você não vai querer ficar fora dessa, certo?

A revolução do marketing

O marketing já não é o mesmo de dez anos atrás. Parece insano, mas a internet mudou as coisas de forma muito rápida. Desde que youtubers se tornaram influenciadores digitais as coisas já não são mais as mesmas. O consumidor não é mais o mesmo. Por isso, as empresas precisam se adaptar. 

De acordo com a Global Entertainment & Media Outlook, o marketing digital está crescendo rapidamente. Para ter-se uma ideia, atualmente, ele cresce o dobro de qualquer outro tipo de conteúdo midiático. E um dos responsáveis por isso é a nova geração de consumidores que passa cada vez mais tempo na internet.

O poder dos influenciadores digitais

Mas por qual motivo os influenciadores digitais influenciam tanto em suas campanhas? Um dos principais fatores é o estilo de propaganda que conversa diretamente com o público. Para ilustrar isso, usarei como exemplo, a pesquisa “Os verdadeiros internautas brasileiros”. Esse estudo mostra que:

  • 87% dos internautas brasileiros só falam português;
  • 2% afirmam que falam inglês fluente;
  • 4 em cada 5 brasileiros com mais de 25 não tem ensino superior completo;
  • 67% dos internautas do Brasil nunca viajaram de avião;
  • 25% dos brasileiros só usam a internet se for wifi grátis;

Além disso, há outro dado a ser levado em consideração. A renda mensal do brasileiro presente na internet é de R$1500. Ou seja, é para essas pessoas que as campanhas que desejam alcançar o grande público precisa falar. E quem melhor pra fazer isso do que o influenciador que conhece a própria audiência?

Por tudo isso, esse pode ser considerado o melhor momento para influenciadores digitais brasileiros. Crises financeiras são sempre um ótimo motivo para mudar de profissão. Além disso, o mercado está em expansão. Para aprender mais sobre o mundo dos influencers fique de olho no nosso blog e no nosso canal do YouTube. Nós sempre damos dicas sobre a profissão. 

Atente-se às mudanças

Como já foi dito anteriormente, a revolução digital aconteceu muito rápido. Entretanto, é importante perceber que ela ainda não acabou. Ou seja, não é momento de se acomodar. 

Quando a internet começou ela era usada, exclusivamente, no computador. Atualmente, já é possível usá-la por meio de dispositivos móveis. Pode parecer que essa não é uma mudança muito grande, mas os influenciadores digitais precisam se adaptar a esse tipo de ferramenta, afinal de contas o formato delas é bem diferente. 

Além disso, os podcasts – por exemplo – estão fazendo muito sucesso. Mas por quanto tempo isso acontecerá? Será que o YouTube é eterno?

Ou seja, é possível observar as mudanças e conhecer todas as novas plataformas. Pode ser que em um futuro não tão distante elas se tornem as novas plataformas principais. 

Fontes 1 e 2